Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha
Ministério Público aponta lacunas na apuração e cobra aprofundamento das diligências, incluindo possível envolvimento de adolescentes
A investigação sobre a morte do cão Orelha ganhou novo desdobramento com o pedido da polícia para apreensão do passaporte de um dos envolvidos no caso. A medida tem como objetivo assegurar o andamento das apurações enquanto o inquérito segue em curso.
O pedido ocorre em meio à análise de informações reunidas até o momento pelas autoridades. A Polícia busca evitar eventual saída do investigado do país durante o processo investigativo, considerado sensível pelas circunstâncias que envolvem o episódio.
Paralelamente, o Ministério Público informou ter identificado lacunas que ainda precisam ser esclarecidas na apuração. Segundo o órgão, há pontos pendentes relacionados à possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, vinculados à morte de um dos cães.
A manifestação do Ministério Público destaca a necessidade de aprofundamento das diligências para esclarecer completamente os fatos. A instituição acompanha o caso e reforçou a importância de reunir elementos consistentes antes de qualquer conclusão formal.
O caso envolvendo o cão Orelha gerou repercussão e mobilizou atenção das autoridades responsáveis pela proteção animal. A investigação busca identificar responsabilidades individuais e verificar se houve prática de crime ou ato infracional.
No que se refere à eventual participação de adolescentes, a apuração segue os trâmites previstos na legislação específica, que trata de atos infracionais cometidos por menores de idade. As medidas adotadas dependem da confirmação dos fatos e da comprovação de envolvimento.
A solicitação de apreensão do passaporte será analisada pelo Judiciário, que decidirá sobre a adoção da medida cautelar. Esse tipo de providência pode ser determinado quando há entendimento de que ela é necessária para garantir a aplicação da lei.
As investigações continuam, e novas diligências podem ser realizadas para preencher as lacunas apontadas pelo Ministério Público. Até o momento, as autoridades não divulgaram prazos para a conclusão do inquérito.







COMENTÁRIOS