Hall da Fama do COB celebra ídolos do esporte olímpico brasileiro
Cinco atletas históricos do esporte brasileiro foram eternizados em cerimônia no Rio de Janeiro
Divulgação 

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro, foi primeiro homenageado da noite. O Mão Santa, que é o recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
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E os primeiros homenageados foram Alex Welter e Lars Björkström, que, nos Jogos de Moscou (1980), conquistaram a medalha de ouro na classe tornado, feito que encerrou um jejum de 24 anos sem títulos olímpicos do Brasil desde o bicampeonato de Adhemar Ferreira da Silva, em 1956.
Os últimos homenagens da noite foram Ricardo Santos e Emanuel Rego, uma das parcerias mais marcantes da história do vôlei de praia. Campeões mundiais em Copacabana, em 2003, medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e de bronze em Pequim (2008), a dupla também construiu uma carreira vitoriosa no Circuito Mundial e no Circuito Brasileiro.
“Nossos heróis olímpicos receberam hoje, no icônico Copacabana Palace, o justo reconhecimento por nos ajudarem a construir a história do esporte brasileiro, passarão a integrar o nosso Hall da Fama. Nossa Nação Esportiva não se constrói apenas com resultados presentes. Ela se molda também com memória, com respeito ao passado e com a valorização daqueles que abriram caminhos e que sempre vão inspirar gerações. Preservar essas histórias é preservar a essência do movimento olímpico brasileiro e fortalecer o caminho que queremos seguir. O Hall da Fama cumpre exatamente essa missão”, declarou o presidente do COB, Marco La Porta.







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