Operação da PF investiga venda ilegal de dados de ministros do STF
Batizada de Dataleaks, ação apura obtenção, manipulação e comercialização de informações pessoais extraídas de bases públicas e privadas
Uma operação da Polícia Federal investiga um esquema suspeito de obtenção e venda ilegal de dados pessoais de autoridades brasileiras, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação, denominada Operação Dataleaks, apura como informações sigilosas teriam sido coletadas, adulteradas e comercializadas de forma irregular.
Segundo os investigadores, o grupo sob apuração teria acessado bases de dados governamentais e também sistemas privados para extrair informações pessoais. Esses dados, posteriormente, seriam manipulados e vendidos de maneira clandestina.
Entre os registros identificados nas investigações estariam informações relacionadas a ministros do STF. A presença desses dados no material investigado levantou preocupações sobre a segurança e a proteção de informações sensíveis de autoridades públicas.
De acordo com a Polícia Federal, a operação busca identificar os responsáveis pelo acesso indevido às bases de dados, além de mapear como as informações foram obtidas, modificadas e comercializadas.
As apurações também procuram esclarecer se houve participação de servidores ou colaboradores com acesso autorizado aos sistemas utilizados para armazenar essas informações.
Durante a operação, os agentes federais cumpriram medidas judiciais com o objetivo de coletar provas e aprofundar a investigação sobre a atuação do grupo suspeito.
A venda ilegal de dados pessoais é considerada crime e pode envolver violações relacionadas à privacidade e ao uso indevido de sistemas informáticos.
A Polícia Federal informou que as investigações continuam em andamento e que novas fases da operação não estão descartadas, dependendo do avanço das análises sobre o material apreendido.
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