PF afasta Eduardo Bolsonaro de cargo por faltas não justificadas
Medida administrativa foi adotada em razão de faltas não justificadas; caso tramita internamente na corporação
A Polícia Federal determinou o afastamento preventivo de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão em razão de faltas não justificadas, conforme informado nesta quinta-feira (26). A medida tem caráter administrativo e foi adotada no âmbito interno da corporação.
O afastamento não representa exoneração, mas impede o exercício das funções enquanto o procedimento apura as circunstâncias relacionadas às ausências registradas. A decisão foi tomada com base nas normas disciplinares aplicáveis aos servidores públicos federais.
De acordo com as informações divulgadas, o caso envolve faltas consideradas não justificadas pela instituição. A apuração segue os trâmites previstos no regime disciplinar da Polícia Federal.
O procedimento administrativo deverá avaliar eventuais justificativas apresentadas e verificar se houve descumprimento de dever funcional. Durante esse período, o servidor permanece afastado das atividades regulares.
A Polícia Federal não detalhou o número exato de ausências nem o período em que teriam ocorrido. Também não foram divulgadas informações sobre prazo para conclusão da apuração.
O afastamento preventivo é um instrumento previsto na legislação para assegurar a regularidade da investigação administrativa, sem que haja prejuízo à análise dos fatos ou interferência no andamento do processo.
Até o momento, não houve divulgação de eventual posicionamento do servidor sobre a medida adotada pela corporação.
O caso segue sob análise interna e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do procedimento disciplinar.







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