CPI do crime organizado aprova quebra de sigilo de empresa de Toffoli e convocação de Campos Neto e Paulo Guedes
Relator Alessandro Vieira afirma que medidas buscam apurar possível infiltração criminosa em estruturas de poder
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou requerimentos para a quebra de sigilo de empresa ligada ao ministro Dias Toffoli e para a convocação do ex-presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e do ex-ministro da Economia Paulo Guedes.
As medidas foram aprovadas pelo colegiado com o objetivo de aprofundar investigações relacionadas a possíveis conexões entre organizações criminosas e agentes ou estruturas do poder público.
O relator da CPI, Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que as providências são consideradas essenciais para esclarecer suspeitas levantadas no curso dos trabalhos da comissão.
Segundo o senador, as decisões visam ampliar a compreensão sobre eventuais tentativas de infiltração do crime organizado em instâncias estratégicas do Estado brasileiro.
A quebra de sigilo aprovada envolve dados financeiros e fiscais da empresa mencionada no requerimento, conforme os limites definidos pela comissão.
Já a convocação de Campos Neto e Paulo Guedes permitirá que ambos prestem esclarecimentos formais aos parlamentares no âmbito das apurações conduzidas pela CPI.
A comissão foi instalada para investigar a atuação de organizações criminosas e seus desdobramentos em diferentes setores, incluindo possíveis ramificações em órgãos públicos e no sistema financeiro.
Os próximos passos incluem a análise de documentos requisitados e a definição de datas para os depoimentos aprovados, dando continuidade às diligências previstas no plano de trabalho do colegiado.
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