Lula e Flávio Bolsonaro empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha
Levantamento mostra os dois candidatos com 45% das intenções de voto em cenário estimulado para a Presidência da República
Divulgação Pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha aponta empate técnico e numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo o levantamento, ambos aparecem com 45% das intenções de voto.
O estudo foi realizado entre terça-feira (12) e quarta-feira (13), ouvindo 2.004 eleitores em 139 municípios brasileiros. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.
De acordo com os dados apresentados, o cenário revela equilíbrio entre os dois nomes em uma possível disputa direta pelo Palácio do Planalto. O levantamento integra uma série de simulações eleitorais realizadas pelo instituto para avaliar o cenário político nacional.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00290/2026, conforme exigência da legislação eleitoral para divulgação de levantamentos de intenção de voto no país.
O Datafolha também avaliou outros cenários relacionados à sucessão presidencial, incluindo possíveis candidaturas de diferentes grupos políticos. Os números refletem o ambiente pré-eleitoral e podem sofrer alterações ao longo dos próximos meses.
As pesquisas eleitorais têm sido acompanhadas de perto por partidos políticos, lideranças partidárias e analistas, especialmente diante das movimentações para a formação de alianças visando as eleições de 2026.
Flávio Bolsonaro, senador da República, é um dos nomes ligados ao campo conservador e aparece entre as alternativas avaliadas pelos institutos de pesquisa ligados ao grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já Lula segue como principal liderança do Partido dos Trabalhadores e continua sendo testado em diferentes cenários eleitorais, mesmo sem confirmação oficial sobre eventual candidatura à reeleição.
Especialistas destacam que levantamentos realizados com antecedência superior a um ano das eleições servem como termômetro político, mas não representam definição consolidada do quadro eleitoral.
A legislação brasileira determina que institutos registrem previamente as pesquisas eleitorais no TSE, informando metodologia, número de entrevistados, período de coleta e margem de erro utilizada no levantamento.
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