Segurança é suspeito de transferir R$ 15 mil de idoso para própria conta em agência do BB no Norte Fluminense
Caso ocorreu em Conceição de Macabu e envolve cliente de 92 anos que teria sido vítima durante atendimentos no caixa eletrônico
Reprodução Movimentações financeiras consideradas atípicas levaram familiares de um idoso de 92 anos a descobrirem um possível esquema de desvio dentro de uma agência do Banco do Brasil em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense. A análise dos extratos revelou transferências que, somadas, alcançam cerca de R$ 15 mil.
A suspeita recai sobre um segurança terceirizado que atuava na unidade bancária e que foi afastado de suas funções após a identificação das irregularidades. O profissional é apontado como possível responsável por transferências realizadas sem autorização do cliente.
Segundo relatos dos familiares, os valores não foram retirados em uma única operação. As transações teriam ocorrido de forma repetida desde agosto de 2025, sempre durante momentos em que o idoso utilizava o caixa eletrônico com auxílio dentro da agência.
A confiança depositada pelo cliente no suporte recebido durante o atendimento é vista como um dos fatores que podem ter facilitado a ação. O idoso não teria percebido qualquer anormalidade enquanto as operações eram realizadas.
A situação veio à tona apenas meses depois, quando parentes passaram a acompanhar com mais atenção a movimentação da conta bancária. Foi nesse momento que surgiram inconsistências e registros de transferências não reconhecidas.
Em nota oficial, o Banco do Brasil informou que mantém sistemas de monitoramento sobre serviços executados por empresas terceirizadas e que, ao detectar indícios de irregularidades, adota providências imediatas.
A instituição também destacou que a empresa responsável pela segurança foi acionada e decidiu pelo afastamento do profissional envolvido. O banco afirmou ainda que está colaborando com as autoridades responsáveis pela apuração do caso.
O comunicado reforça que o atendimento aos clientes, especialmente em operações bancárias, deve ser realizado por funcionários da própria instituição. Por questões de sigilo, detalhes adicionais não foram divulgados.
Até a última atualização, a empresa terceirizada responsável pelo segurança não havia se pronunciado sobre o ocorrido. O caso levanta alertas sobre os riscos enfrentados por idosos ao aceitarem ajuda de terceiros em ambientes bancários.
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