Morre aos 105 anos ex-combatente brasileiro da Segunda Guerra Mundial
Natural de Sumidouro, Altair Pinto Alaluna lutou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial e teve trajetória marcada por reconhecimento e respeito
Reprodução A cidade de Sumidouro, na Região Serrana do Rio de Janeiro, amanheceu em luto após a morte de Altair Pinto Alaluna, aos 105 anos, um dos últimos ex-combatentes brasileiros da Segunda Guerra Mundial. O falecimento ocorreu na sexta-feira (24) e mobilizou manifestações de pesar em diferentes instituições ligadas à memória militar.
Como forma de reconhecimento à sua história, a prefeitura do município decretou luto oficial de três dias. A administração municipal ressaltou, em nota divulgada nas redes sociais, a relevância de sua trajetória e o legado deixado à população local e ao país.
Altair integrou a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e participou de operações militares na Itália durante o conflito, que se estendeu entre 1939 e 1945. Sua atuação no cenário internacional representou o compromisso de brasileiros que atuaram diretamente na linha de frente da guerra.
Entidades civis e militares também prestaram homenagens públicas. Um dos textos compartilhados destacou não apenas o papel histórico do ex-combatente, mas também sua importância simbólica como exemplo de dedicação, coragem e responsabilidade com a nação.
A mensagem divulgada enfatizou que sua vida ultrapassou o campo militar, sendo vista como referência de valores que permanecem relevantes mesmo após sua morte. O conteúdo ressaltou ainda a importância de preservar a memória de figuras como Alaluna para fortalecer a identidade nacional.
O Motoclube Germanus LE, em conjunto com outras organizações, reforçou a necessidade de manter viva a lembrança de combatentes da FEB, destacando que o reconhecimento é uma forma de honrar aqueles que contribuíram para momentos decisivos da história mundial.
Familiares e amigos também foram lembrados nas manifestações de solidariedade, com mensagens de apoio e conforto neste momento de despedida. A perda foi descrita como significativa não apenas para o círculo pessoal, mas também para a coletividade.
Com mais de um século de vida, Altair Pinto Alaluna deixa um legado que atravessa gerações, marcado por sua participação em um dos maiores conflitos da história e por sua ligação com a cidade onde nasceu e construiu sua história.
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