Durigan diz que governo derrubou mais de 11 mil bets ilegais desde proibição
Dario Durigan disse que bloqueios ocorreram após proibição de plataformas não autorizadas no país
Divulgação O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (6), em Brasília, que o governo federal já derrubou mais de 11 mil sites de bets ilegais desde a entrada em vigor da proibição contra plataformas não autorizadas.
A declaração foi feita no contexto das ações de fiscalização sobre o mercado de apostas online no Brasil, setor que passou a ser alvo de controle mais rígido pelo poder público.
Segundo Durigan, as páginas retiradas do ar funcionavam sem autorização para operar no país, descumprindo as regras estabelecidas para a atividade.
A medida faz parte do esforço do governo para separar empresas regularizadas de plataformas clandestinas que continuam oferecendo apostas pela internet.
Com a regulamentação do setor, apenas operadores autorizados podem atuar legalmente no mercado brasileiro de apostas de quota fixa.
O bloqueio dos sites ilegais busca impedir que usuários acessem serviços que não seguem as exigências determinadas pelas autoridades competentes.
A atuação também pretende reduzir riscos para apostadores, já que plataformas irregulares podem operar sem garantias de transparência, controle financeiro ou mecanismos de proteção ao consumidor.
O Ministério da Fazenda tem papel central na organização do mercado regulado e na definição dos critérios para funcionamento das empresas autorizadas.
A derrubada de mais de 11 mil páginas mostra a dimensão do desafio enfrentado pelo governo no combate à atuação irregular de bets no ambiente digital.
As ações de bloqueio dependem da identificação dos sites e da aplicação das medidas previstas para impedir o funcionamento dessas plataformas no país.
Durigan destacou o volume de endereços já retirados do ar como resultado da política adotada após a proibição das operações ilegais.
O setor de apostas online segue em processo de adaptação às novas regras, com fiscalização voltada tanto às empresas quanto aos canais de oferta dos serviços.
Com a continuidade das medidas, o governo afirma buscar maior controle sobre o mercado, garantindo que apenas plataformas autorizadas possam funcionar no Brasil.
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