Advogada de 37 anos é encontrada morta dentro de apartamento no Centro de Campos
Corpo de Maria Carlota Henriques Ferreira De Araujo Louzada foi localizado sobre uma cama; causa da morte será apurada após perícia e procedimentos do IML
Divulgação A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte da advogada Maria Carlota Henriques Ferreira De Araujo Louzada, de 37 anos, encontrada dentro de um apartamento na Rua Marechal Floriano, na região central de Campos, na manhã desta quarta-feira (16). A causa da morte não foi determinada no local.
O corpo estava sobre uma cama e foi localizado depois que familiares foram alertados sobre a ausência da vítima. Segundo as informações registradas no caso, Maria Carlota não era vista havia aproximadamente dois dias.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 11h. No endereço, os agentes fizeram contato com um primo da advogada, que também atuava como representante legal dela. Ele informou que havia sido chamado pela zeladora do edifício diante da ausência prolongada da moradora.
De acordo com o relato apresentado às autoridades, a zeladora entrou no apartamento e encontrou Maria Carlota deitada de bruços sobre a cama. A vítima estava parcialmente despida, com o vestido levantado e sem roupa íntima.
Próximo ao corpo havia um telefone celular. Durante os procedimentos no imóvel, também foi encontrado um cartão bancário em nome da mãe da advogada, que já havia falecido.
Informações sobre a vida pessoal da vítima também foram repassadas pelo primo aos policiais e passam a integrar a apuração. Segundo o familiar, Maria Carlota enfrentava um quadro depressivo, utilizava medicamentos controlados e, conforme o relato dele, também fazia uso de entorpecentes.
O primo declarou ainda que a advogada mantinha um relacionamento com um homem que mora em Tocos. Conforme o depoimento prestado pelo familiar, o companheiro também faria uso de drogas e teria histórico de agressões contra a vítima. Essas informações deverão ser verificadas durante a investigação.
Ainda segundo o relato do familiar, o homem teria permanecido com um Fiat Siena Attractive que pertencia à mãe de Maria Carlota. A informação também foi apresentada às autoridades responsáveis pelo caso.
Um médico compareceu ao apartamento e confirmou a morte, mas não conseguiu estabelecer a causa naquele momento. Posteriormente, o imóvel passou por perícia para a coleta de elementos que possam contribuir para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
Após os trabalhos periciais, o corpo de Maria Carlota foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados os procedimentos necessários para auxiliar na identificação da causa da morte.
O telefone celular localizado próximo à vítima foi apreendido e encaminhado para a 134ª DP/Centro. O aparelho permaneceu na unidade policial e poderá fornecer informações relevantes para a sequência das diligências.
O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia, responsável pela investigação. A apuração deverá reunir os resultados dos exames periciais, depoimentos e outros elementos para esclarecer o que aconteceu no apartamento e determinar as circunstâncias da morte da advogada.
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