Casa de policial militar é invadida e vandalizada após operação no Açu
Suspeita é de retaliação de menores ligados ao tráfico após apreensão de moto e drogas em São João da Barra
Divulgação Uma ação violenta registrada na praia do Açu, em São João da Barra, mobilizou forças de segurança após a residência de um policial militar ser alvo de invasão, depredação e furto. O caso ocorreu no sábado, dia 2 de maio, e é investigado como possível retaliação relacionada a uma ocorrência policial anterior.
De acordo com informações apuradas, o imóvel pertence a um cabo da Polícia Militar que, na sexta-feira anterior, havia realizado a apreensão de uma motocicleta e de entorpecentes. Na ocasião, dois suspeitos que estavam no veículo conseguiram fugir da abordagem.
A principal linha de investigação aponta que a invasão teria sido motivada por tentativa de intimidação ao agente de segurança. Os suspeitos seriam dois menores de idade com ligação ao tráfico de drogas na região.
Durante a ação criminosa, os invasores reviraram diversos cômodos da casa, causando destruição significativa. Colchões foram incendiados e um aparelho de televisão foi danificado, além do furto de alimentos e outros itens do imóvel.
Após o ocorrido, equipes da Polícia Militar realizaram diligências na localidade sob coordenação do tenente Soares. As buscas resultaram na localização de um dos menores suspeitos e da namorada do segundo envolvido, que também é menor e segue foragido.
Com os dois localizados, os agentes apreenderam três aparelhos celulares. O conteúdo dos dispositivos será analisado, já que mensagens armazenadas podem ajudar a comprovar a participação dos envolvidos na invasão à residência do policial.
Os aparelhos foram encaminhados para a 145ª Delegacia de Polícia, responsável pelo registro e investigação do caso. Apesar da apreensão dos celulares, os menores foram ouvidos e liberados posteriormente.
As autoridades seguem com as investigações para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do crime, enquanto a hipótese de represália permanece como principal linha de apuração.
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