Desenrola 2.0 vem em boa hora, diz CEO do Santander, que teve queda no lucro
Programa de renegociação de dívidas é citado como oportunidade em trimestre de queda no lucro do banco
Divulgação O aumento da inadimplência no sistema financeiro brasileiro marcou o desempenho recente do Santander Brasil, que registrou queda no lucro em seu último balanço trimestral. Diante desse cenário, a instituição avalia com otimismo o avanço de políticas voltadas à renegociação de dívidas.
Durante análise dos resultados, o CEO Mario Leão destacou que o programa Desenrola Brasil, em sua nova fase, surge em um momento considerado oportuno para o mercado de crédito.
Segundo o executivo, o crescimento da inadimplência tem pressionado os resultados das instituições financeiras, exigindo estratégias para recuperação de crédito e reequilíbrio das carteiras. Nesse contexto, iniciativas governamentais são vistas como aliadas.
A avaliação é de que o Desenrola 2.0 pode contribuir para a regularização financeira de clientes inadimplentes, possibilitando a retomada do acesso ao crédito e a redução de perdas para os bancos.
O cenário econômico atual, com juros elevados e maior comprometimento da renda das famílias, tem impactado diretamente a capacidade de pagamento dos consumidores. Esse ambiente se reflete no aumento dos índices de atraso nas operações financeiras.
Apesar da retração no lucro, o Santander Brasil acompanha a implementação do programa como uma ferramenta relevante para estimular acordos entre credores e devedores, além de movimentar o mercado.
A expectativa é de que a nova etapa do Desenrola amplie o alcance das renegociações, beneficiando um número maior de brasileiros e contribuindo para a melhora gradual dos indicadores de crédito.
O posicionamento do banco ocorre em meio à busca por soluções que reduzam o impacto da inadimplência no sistema financeiro, mantendo o equilíbrio das operações e incentivando a recuperação econômica.
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