Ponte de madeira em más condições preocupa motoristas na RJ-202, em Cambuci
Travessia entre Cruzeiro e São João do Paraíso apresenta riscos e afeta rotina de moradores no Noroeste Fluminense
Reprodução A precariedade de uma ponte de madeira localizada na RJ-202 tem gerado preocupação entre motoristas que circulam por Cambuci, no Noroeste Fluminense. O trecho comprometido fica entre o distrito de Cruzeiro e a localidade de São João do Paraíso, sendo fundamental para o deslocamento diário da população.
Registros feitos por usuários da rodovia mostram que a estrutura apresenta diversos pontos deteriorados, incluindo buracos e partes visivelmente fragilizadas. A situação tem dificultado a travessia, principalmente para veículos maiores, como caminhões e ônibus escolares.
Condutores relatam que, ao passar pelo local, os veículos sofrem impactos devido às irregularidades da ponte. Essa condição eleva o risco de acidentes, além de causar danos mecânicos, o que aumenta os custos para quem depende da estrada com frequência.
A via é considerada estratégica para moradores da região, que utilizam o trajeto para atividades essenciais como trabalho, estudo e transporte de produtos agrícolas. A precariedade da ponte interfere diretamente na rotina dessas pessoas, gerando atrasos e insegurança.
Segundo relatos de moradores, o problema não é recente e tem se agravado com o tempo. A ausência de uma intervenção mais ampla levanta preocupações quanto à possibilidade de comprometimento total da estrutura.
A população local cobra providências urgentes das autoridades responsáveis. Há receio de que, sem uma ação efetiva, a ponte possa ceder, colocando em risco a integridade de quem precisa atravessá-la diariamente.
Em resposta à situação, o órgão responsável pela rodovia informou, por meio de nota, que equipes estão atuando no local. Os trabalhos incluem serviços de manutenção com o objetivo de melhorar as condições de tráfego e garantir maior segurança.
Ainda conforme o comunicado oficial, as intervenções seguem um cronograma previamente definido e são realizadas de forma periódica. No entanto, moradores e motoristas seguem atentos e aguardam soluções mais duradouras para o problema.
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