Comerciantes relatam série de furtos no Centro de Campos e cobram reforço na segurança
Crimes registrados em áreas movimentadas aumentam sensação de insegurança e levam comerciantes a pedir reforço policial
Reprodução Uma série de furtos registrada recentemente no Centro de Campos dos Goytacazes tem gerado apreensão entre comerciantes e frequentadores da região. Os casos mais recentes ocorreram durante o fim de semana, principalmente em pontos de grande circulação, como a Rua Santos Dumont e a Travessa Carlos Gomes.
De acordo com relatos, ao menos três ocorrências foram confirmadas nesse período, envolvendo invasões e retirada de materiais de estabelecimentos comerciais. Entre os itens levados estão fios e um aparelho de ar-condicionado, além de danos provocados por arrombamentos.
Imagens de câmeras de segurança auxiliaram na identificação dos suspeitos. Os registros mostram a atuação de três pessoas uma mulher e dois homens circulando pelas ruas e participando das ações criminosas.
As ocorrências foram formalizadas na delegacia da área central, onde também foram entregues os vídeos capturados pelos sistemas de monitoramento. A expectativa é que o material contribua para a investigação e identificação dos envolvidos.
Comerciantes afirmam que os episódios recentes não são isolados. Ainda no mesmo fim de semana, dois homens foram presos após invadirem um estabelecimento localizado na Avenida Alberto Torres, ampliando o alerta entre os lojistas.
Segundo os relatos, a maioria dos furtos ocorre durante a madrugada, período de menor movimentação. No entanto, já há registros de crimes também durante o dia, o que aumenta a preocupação com a segurança em horários variados.
O tema foi discutido recentemente em reunião do Conselho Comunitário de Segurança, realizada no início do mês no 8º Batalhão da Polícia Militar. A Associação Comercial e Industrial de Campos levou a demanda às autoridades e solicitou medidas mais efetivas.
A entidade encaminhou um ofício pedindo reforço no policiamento e maior integração entre os órgãos públicos, forças de segurança e representantes da sociedade civil. A proposta busca ações coordenadas para reduzir os índices de criminalidade.
O presidente da associação, Mauricio Cabral, destacou os impactos diretos dos furtos sobre o comércio local. Segundo ele, a situação influencia negativamente o movimento de clientes e gera insegurança entre trabalhadores e consumidores.
Ele ressaltou que, apesar do empenho das autoridades, há necessidade de ampliar as estratégias de combate aos crimes. Também defendeu iniciativas conjuntas para enfrentar o problema de forma mais eficaz.
Ainda conforme o dirigente, o comércio da cidade é responsável por mais de 20 mil empregos diretos, o que reforça a urgência de medidas que garantam a segurança e a continuidade das atividades econômicas.
Diante do cenário, lojistas seguem cobrando respostas rápidas e ações consistentes, enquanto a população demonstra preocupação com o aumento da criminalidade em uma das áreas mais movimentadas do município.
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