Seja bem-vindo
Campos dos Goytacazes,17/04/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

Terceiro réu por morte de congolês Moïse Kabagambe vai a julgamento

Julgamento de Brendon Luz da Silva ocorre nesta quarta-feira (15); outros dois réus já foram condenados pelo crime


Terceiro réu por morte de congolês Moïse Kabagambe vai a julgamento Divulgação



O terceiro acusado de envolvimento na morte do congolês Moïse Kabagambe será julgado pelo Tribunal do Júri nesta quarta-feira (15), no Rio de Janeiro. A sessão está marcada para começar às 11h, no I Tribunal do Júri da Capital, localizado na região central da cidade.


Brendon Alexander Luz da Silva, conhecido como Tota, é apontado como um dos executores do crime e será o último dos três denunciados a enfrentar julgamento. O caso, que ganhou grande repercussão nacional, ocorreu em 24 de janeiro de 2022, em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, na zona oeste carioca.


Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, registros de câmeras de segurança indicam a participação direta de Brendon nas agressões. As imagens mostram o acusado em momentos distintos da ação, incluindo uma cena que teve forte impacto público, em que ele aparece ao lado da vítima já imobilizada.


De acordo com a investigação, após a vítima ser rendida, o acusado teria posado para uma fotografia junto a outros envolvidos. Na ocasião, ele também realizou um gesto com as mãos conhecido como “hang loose”, interpretado pelas autoridades como indicativo de despreocupação diante da situação.


As gravações analisadas pelo Ministério Público revelam que Moïse Kabagambe foi agredido por cerca de 13 minutos. Durante esse período, ele sofreu ataques com um taco de beisebol, além de socos, chutes e tapas, sem apresentar reação ou possibilidade de defesa.


Ainda conforme a denúncia, a vítima foi derrubada, contida e amarrada, permanecendo completamente indefesa enquanto era agredida. A dinâmica do crime foi considerada determinante para a caracterização de agravantes no processo.


Os outros dois acusados de participação direta no homicídio, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, já foram julgados e condenados em março de 2025. Somadas, as penas ultrapassam 44 anos de prisão, a serem cumpridos em regime fechado.


Na ocasião, o Conselho de Sentença acolheu integralmente os argumentos apresentados pelo Ministério Público, reconhecendo que o assassinato foi motivado por razão banal, executado com extrema crueldade e mediante recurso que impediu qualquer chance de defesa por parte da vítima.


O julgamento desta quarta-feira deve concluir a análise dos executores do crime, enquanto o caso permanece como um dos episódios mais emblemáticos de violência registrados recentemente na capital fluminense.


Siga nosso canal: https://whatsapp.com/channel/0029VbCVbR58V0tuBnsWDK1O




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.