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Campos dos Goytacazes,04/04/2026

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Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes

Estatal contesta números da Abicom e defende modelo próprio de reajustes nas refinarias


Combustíveis: Petrobras nega defasagem nos preços e reforça sua política de reajustes Divulgação

A Petrobras afirmou que não há defasagem nos preços dos combustíveis praticados em suas refinarias, contrariando dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis.


Segundo a estatal, sua política comercial segue critérios próprios e considera fatores como custo de produção, logística e condições do mercado interno, sem a obrigatoriedade de alinhamento imediato com os preços internacionais.


A manifestação ocorre após a Abicom informar, no início da semana, que os preços estariam defasados em relação ao mercado global. De acordo com a entidade, a diferença teria atingido R$ 3,05 por litro no caso do óleo diesel e R$ 1,61 por litro na gasolina.


A Petrobras, no entanto, reforçou que adota uma estratégia que evita repasses automáticos das variações externas, buscando reduzir a volatilidade e os impactos ao consumidor final no Brasil.


A empresa também destacou que sua política permite maior previsibilidade, tanto para o mercado quanto para os consumidores, ao suavizar oscilações bruscas de preços decorrentes de fatores internacionais, como o câmbio e as cotações do petróleo.


O tema da defasagem tem sido recorrente no setor de combustíveis, especialmente em momentos de alta nos preços internacionais, quando importadores apontam perdas de competitividade frente aos valores praticados pela estatal.


Por outro lado, a Petrobras sustenta que seu modelo busca equilibrar interesses comerciais com a realidade do mercado brasileiro, sem comprometer o abastecimento ou a sustentabilidade financeira da companhia.


A divergência entre os dados da Abicom e a posição da estatal reflete diferentes metodologias de cálculo e visões sobre a formação de preços no setor de combustíveis.


O debate permanece em aberto e segue sendo acompanhado por agentes do mercado, autoridades e consumidores, diante dos possíveis impactos econômicos e inflacionários.


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