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Campos dos Goytacazes,16/03/2026

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Governo prioriza abastecimento e segurar preço do diesel, diz Alckmin

Vice-presidente cita impacto da guerra no Oriente Médio e defende medidas para reduzir custo do combustível


Governo prioriza abastecimento e segurar preço do diesel, diz Alckmin Divulgação

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo federal tem como prioridade garantir o abastecimento de diesel no país e evitar aumentos expressivos no preço do combustível. Segundo ele, as ações adotadas buscam reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre a economia brasileira.


De acordo com Alckmin, o cenário internacional tem pressionado o preço do diesel devido ao aumento da cotação do barril de petróleo provocado pela guerra no Oriente Médio. A situação tem reflexo direto no mercado brasileiro, que depende parcialmente da importação do combustível.


Para tentar conter os efeitos dessa alta, o governo anunciou medidas voltadas à redução do custo do diesel. Entre as ações está o zeramento das alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre o combustível.


Além disso, foi criada uma subvenção de R$ 0,32 por litro de diesel. A expectativa do governo é que, com a combinação das medidas, o valor final do combustível nas bombas possa cair em pelo menos R$ 0,64 por litro.


Segundo o vice-presidente, a preocupação com o diesel está relacionada ao impacto que o combustível exerce sobre diferentes setores da economia. O aumento do preço pode afetar diretamente o transporte de cargas e o custo de produtos essenciais.


Alckmin destacou que a elevação do diesel tende a provocar aumento nos preços de alimentos e mercadorias, além de pressionar a inflação. Por esse motivo, o governo busca adotar medidas para reduzir os efeitos do cenário internacional no mercado interno.


Apesar de o Brasil ser um grande produtor e exportador de petróleo, o país ainda depende da importação de parte do diesel consumido. Aproximadamente 25% do combustível utilizado no território nacional é adquirido no mercado externo.


De acordo com o vice-presidente, a capacidade de refino no Brasil ainda não é suficiente para atender toda a demanda interna, o que torna o país mais sensível às variações do mercado internacional.


As medidas anunciadas pelo governo fazem parte de uma estratégia para manter a estabilidade do abastecimento e minimizar os impactos econômicos provocados pelas oscilações nos preços do petróleo.


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