A verdade deve vir à tona, diz advogado de jovens suspeitos na morte do cão Orelha
Advogado que representa famílias de jovens suspeitos diz confiar na apuração do caso envolvendo o cão Orelha
A investigação sobre a morte do cão Orelha, ocorrida em Santa Catarina, segue mobilizando atenção pública e jurídica, enquanto a defesa de jovens apontados como suspeitos afirma que o esclarecimento dos fatos é o principal objetivo neste momento.
De acordo com o advogado Rodrigo Duarte, que atua na representação de duas das famílias envolvidas, a expectativa é de que o processo investigativo permita que todas as circunstâncias do caso sejam devidamente esclarecidas, sem conclusões antecipadas.
O posicionamento da defesa ocorre em meio à repercussão do caso, que ganhou destaque após a confirmação da morte do animal e o avanço das apurações conduzidas pelas autoridades competentes no estado.
Segundo o advogado, a condução do trabalho jurídico está baseada na colaboração com as investigações, respeitando os trâmites legais e assegurando os direitos dos jovens citados no inquérito.
As famílias representadas acompanham o andamento do caso com atenção e afirmam confiar que os fatos serão apurados de forma técnica, com base em provas e depoimentos reunidos ao longo do processo.
A defesa reforça que qualquer conclusão deve aguardar o encerramento das investigações, ressaltando que a responsabilização, caso exista, precisa estar amparada em elementos concretos e oficiais.
O caso ocorreu em Santa Catarina e passou a ser acompanhado por veículos de comunicação de alcance nacional, ampliando o debate em torno da apuração e das circunstâncias que levaram à morte do cão.
As informações foram divulgadas inicialmente em material distribuído pela Folhapress, a partir de São Paulo, e seguem sendo atualizadas conforme o avanço das investigações.







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